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Archive for agosto \30\UTC 2010

Oh, Sailor!

   

    There goes my sailor, again…

    Going back to his home, that endless horizon of freedom. 

    As the wind blows, huge thirsty of the sea… He turns his back with his unic kind of swinging, leaving me with a sweet, salted and malicious kiss.

    I stay drowned in this blue emptyness. With all my angry contained, with my false security threated by his joy, with a magic air vanished in to a deep green wood, with a tender load of dangerous memories of lovelly and painfully feelings that have to be buryed, building like this a long silence of contradictional fightings, that kills the body, perturbs the soul and slashes the heart, bringing as the tide come and goes , a strength reloaded.

    The fear of myself desarray`s me completly, brings me to the ground, this bad old friend of mine.

    All stuck in my skin.

   You can go now.

    I won`t catch you. There`s no need to. The sea waters could be so treacherous…

    I`ll never get used to.

 

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Rio Vermelho.

 

    Dias de sangue.

    Descontrole, desconforto, prova ou expiação de caráter físico-emocional.

    Ânimo viável apenas para chocolates, sorvetes,  pães doces, trufas, cama, bolsas térmicas, lenços ou analgésicos.

    Eu queria um mordomo. ” James, cadê o Tropinaaaaaaaaaaaaaaalll???? “, ” Tylenol, duas doooooooooooseees!!!!!!!!!!!”, ” Eu falei que o chocolate era em baixo do creme que é embaixo do moraaaaaaaaaaaaaangoooooooo, ca*#$%@¨¨¨¨!!!!!!!!!!!” , ” James, por que a bolsa está quente??? “.

    Mas como sou uma mulher moderna, que não se deixa abalar por nada, só para descontrair e me acalmar um pouco fico a conversar com meus botões. Digam, botões, por que raios ainda insistem em fazer relações desta lamentável situação com qualquer tipo de conforto, frescor, liberdade, ou ainda, absorção possível??? ” Sempre Livre “???? De onde é que tiraram isso? Aposto que o autor de tão fiel comoção com o universo feminino só pode ter sido um animal de pelos ( sexo masculino; gênero macho; homem, ou não ) …

 

 

   

    E como zunido a estilhaçar minhas últimas esperanças de mente serena, um eco malicioso de metralhadora envernizada vindo de um animal de tetas (quem diria) me assombra a testa pesada, amola a faca fina rente à parede de meu útero: ” – Ai, pois eu me sinto tão bem, sabe, sinto como se eu estivesse me limpando, como se todas as impurezas estivesses sendo tiradas de mim…”. Sim, Dona, apenas coágulos.

    Inchaços e correntezas.

    Sinto-me como fralda geriátrica.  

 

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Primavera entre os dentes.

    

     Às vezes sinto como se meu cérebro estivesse se atrofiando, se comprimindo de pouco a pouco, não deixando nenhum espaço de alívio, ou descanso sequer, apenas um estado absorto já afogado em uma perplexidade absurda tomada por tanto sentir.

    Impressionante como sensações de pressão podem limitar qualquer indício criativo.

    Velhas novidades feitas com pobres fagulhas de encanto do que é antigo, porém ainda desconhecido, quase sempre vem chegando de mansinho, como lobo em pele de cordeiro, acompanhadas por dificuldades densas, que pedem escolhas imediatistas capazes de serem responsáveis por todo o resto das horas.

    Arrastadas ou não, serão efeitos de um risco calculado, de uma abertura possível inimaginável e não concretizada.

    O bronze agora é visto como cômico personagem. Talvez seus cansativos créditos fajutos venham pelo uso de tantos ornamentos, jóias, balangandans, silicones e roupas “tochadas” que acabam por distrair os ouvidos mais frágeis, indecisos, distantes. Burros. Ouvidos surdos. Não contente com seu óculos cor de prata combinando com suas grossas argolas prateadas, seu cordão prateado com pingente de coração imponente ( o pingente, não o coração ), + o anel que possuía franjas que balançavam, também prateadas, e sua outra mão dourada, arregaça arregaçando a manga do braço esquerdo e deixa à mostra seu “imperceptível” relógio rolex superultramegapower prateado com pigmentos de ouro. Tenho que tirar o chapéu pela sua incrível capacidade de desviar a minha atenção para tantas outras coisas que não o seu discurso; minha, e a de tantos outros ouvintes.

    Tudo muda.

    O velho Taz virou Palha. Agora, flores, imagens de santos e até canteiros de “beijinhos” tomam o lugar da prancha de surf, embora reinem soberanas a falta de noção e o mau gosto de sempre saltando pelas paredes.

    Certas coisas continuam as mesmas.

    Espere, acho que tenho uma couve entre os dentes.

 

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Na linha de fronte.

     Como guerreira de todas as cores, minhas armas são brilho vivo de flores envolvidas por magnetismo ligeiro.

    Acaricio com a suave força de robustas pétalas, carregadas, generosas, que te invadem leves em sutil fluxo de poderosas cores que não se vê.

    Minha vitória só é possível sorrindo, amando, colorindo, enfeitando.

    Assim, eu venço.

    “Sem belezura não há frumusura”.

    Não posso lutar sem regar a mim.

    Não posso vencer ao me enganar, pisando em caminhos de terras minadas por minhas próprias vendas.  

    Então no campo semeio borboleteando, deixando estrelas em cada pouso, mirando alto alçando vôo.

    Quem sabe um dia consiga um aliado à minha altura, cometa desavergonhado, a se perder por esses jardins.

    Lutaremos juntos em prol da beleza, munidos de natureza farta em perfeição.

    Me viro do avesso; sou minha própria aliada.

    Visto concentrada a cada detalhe minha armadura de luz em confetes.

    Como guia, Criança Jujuba.

    Ergo a fronte, peço a bênção do sol.

 

 

   

                                 PRONTA PARA NOVA BATALHA.

 

 

 

 

 

 

 

 

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